"Havia um ambiente em Bruxelas de que a SINAGA “não era séria e que fazia contrabando...” : Paulo Casaca explica razões porque indústria nao vingou
07 Fevereiro 2010 [Reportagem]

O ex-deputado europeu, Paulo Casaca, vai até onde nunca foi na explicação das razões porque a Comissão Europeia nunca viu com bons olhos o crescimento da indústria açúcareira açoriana. Atribui “a intrigas e enredos” o ambiente suscitado em Bruxelas de que a SINAGA “não era séria”, que a intenção dos seus accionistas era desenvolver um complexo imobiliário no espaço onde estão hoje as instalações. “Intrigas e enredos” que chegavam mais longe acusando a SINAGA de “estar a fazer contrabando”. Paulo Casaca admite que o facto de o governo dos Açores ter ficado com 51% da indústria açucareira pode desfazer este ambiente em Bruxelas, mas é sua opinião que os outros accionistas na SINAGA não vão baixar os braços e vão continuar a querer o fecho da fábrica. Considerações pertinentes do ex-deputado europeu.
Entretanto, o deputado do PS dos Açores ao Parlamento Europeu, Luís Paulo Alves, é o autor do relatório do Parlamento Europeu que vai decidir se a SINAGA vai perder 98 euros de direito aduaneiro por tonelada de rama de açúcar importada para ser transformada na Região e ser expedida como açúcar de consumo.
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Autor: João Paz
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