A avaliação bancária de apartamentos e moradias caiu 3,3 por cento em Janeiro em termos homólogos, mas aumentou uns ligeiros 0,2 por cento por cento face a Dezembro, fixando-se em 1.133 euros por metro quadrado.
O Inquérito do Instituto Nacional de Estatística (INE) à avaliação bancária na habitação, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, destaca que face ao mesmo período de 2009, o valor médio das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto caiu 2,7 por cento e 4,6 por cento respectivamente.
Os decréscimos mais acentuados verificaram-se nas regiões do Norte (-3,4 por cento); Lisboa (-2,7 por cento) e Centro (-2,5 por cento), tendo os Açores sido a única a registar uma variação positiva face ao mesmo mês do ano anterior (6,6 por cento).
De acordo com o INE, as subidas verificadas nos Açores (5,8 por cento), na região do Centro (0,7 por cento) e na de Lisboa “mais que compensaram as diminuições observadas nas restantes regiões”.
No que diz respeito aos apartamentos, o valor médio de avaliação bancária subiu 0,1 por cento em Janeiro, face a Dezembro, situando-se nos 1.199 euros por metros quadrados, registando-se os maiores aumentos nas regiões do centro, Lisboa e Açores.
Já em termos homólogos, o valor médio de avaliação dos apartamentos desceu 3,9 por cento, uma vez que todas as regiões, à excepção dos Açores - que aumentou 8,6 por cento - apresentaram quedas no seu valor médio.
Já em termos homólogos, o valor médio de avaliação dos apartamentos desceu 3,9 por cento, uma vez que todas as regiões, à excepção dos Açores - que aumentou 8,6 por cento - apresentaram quedas no seu valor médio.
As regiões do norte e do centro foram as que mais contribuíram para a diminuição registada no total dos apartamentos, com variações de -5,2 por cento e de -4,2 por cento, respectivamente.
Nas moradias, a avaliação bancária fixou-se nos 1.026 euros por metro quadrado, ou seja, uma subida de 0,4 por cento face a Dezembro e uma queda de 0,4 por cento face ao mesmo mês de 2009.
Face a Dezembro, as diversas regiões registaram variações positivas, à excepção da região do Algarve e da região autónoma da Madeira, mas na comparação homóloga, as várias regiões registaram variações negativas, exceptuando a região do centro, do Algarve e os Açores,