Mais de trezentas mil vendas em dois dias no Reino Unido : Michael Jackson tomou tabelas do Reino Unido de assalto
30 Junho 2009 [Internacional]
Os discos de Michael Jackson tomaram de assalto as tabelas de vendas do Reino Unido após a morte do cantor na passada quinta-feira e, entre vários recordes, neste fim-de-semana foram vendidos mais de 300 mil discos do norte-americano.
Começando por uma ponta, a colectânea «Number Ones» é o líder da tabela de álbuns na qual Jackson tem mais quatro no top 20 e mais três no top 75. Entre álbuns a solo ou com os Jackson 5, Michael Jackson tem 11 presenças nos 200 mais vendidos da semana (sendo que só «Number Ones» e «Thriller» não são entradas novas).
Na tabela de singles, verifica-se a mesma corridas aos discos com 43 títulos no top 200, sendo que cinco estão entre os 30 primeiros e 20 no top 75. A entrada mais alta foi para «Man in the Mirror» no número 11.
Entretanto, notícias agora avançadas revelam que o corpo de Michael Jackson ainda estava quente e o coração ainda batia quando o médico do artista, Conrad Murray, o encontrou na tarde de quinta-feira, deitado, sem respirar, revelou ontem, domingo a Associated Press (AP).
Segundo declarações do advogado do médico, Edward Chernoff, o médico de Jackson estava na mansão do artista na tarde de quinta-feira e foi descobri-lo na cama sem respirar, ainda com pulsação e com o corpo quente, tendo-lhe ministrado de imediato os primeiros socorros.
Depois de ter sido ouvido no departamento da polícia de Los Angeles, a porta-voz do médico, Miranda Sevcik, afirmou aos jornalistas que Conrad não é considerado suspeito, mas sim «uma testemunha da tragédia».
As declarações da porta-voz foram confirmadas ao «Los Angeles Times» por fonte da polícia de Lons Angeles, que pediu anonimato reiterando que nenhuma «bandeira vermelha» durante o interrogatório e que não há qualquer sugestão de a morte de Jackson possa ter tido origem criminosa.
Entretanto Grace Rwaramba, de 42 anos, a ama que durante anos cuidou dos três filhos de Michael Jackson revelou ao jornal britânico «Sunday Times» que fazia frequentemente lavagens ao estômago do cantor por causa da mistura de drogas que este ingeria.
«Houve uma altura em que as coisas estavam tão mal que não deixava as crianças vê-lo. E comia muito pouco e fazia misturas em excesso», disse ao jornal Grace, adiantando que o cantor tomava oito medicamentos diferentes por dia, incluindo três analgésicos.
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